Francisco Cunha foi um dos maiores zagueiros que já passaram pelo Clube do Remo. Conhecido como Chico Monte Alegre, por homenagem a sua cidade natal, o defensor brilhou com a camisa do maior do norte por duas temporadas.
Nascido no dia 8 de Dezembro de 1965, o jogador fez com Belterra, uma das melhores duplas de zaga já vistas no clube de periçá e que ainda hoje povoam os sonhos de muitos azulinos.
Conquistou o bicampeonato paraense em 1990 e 1991 e foi titular em todas as partidas da magnífica campanha do leão na Copa do Brasil de 1991, onde chegou a semi-final, perdendo para o Criciuma de Felipão, que se sagrara campeão.
Sua maneira ímpar de jogar, deixa até os menos saudosistas com vontade de rever um zagueiro de tal classe comandando o sistema defensivo do Remo.
Saiu do leão do norte e foi para o leão do nordeste(Sport Recife-PE). Na equipe pernambucana fez bastante sucesso, comparável com o feito no Clube do Remo. Depois passou por Clubes como Vitória(BA) e jogou no exterior.
Adriano.

O arqueiro Adriano Pires de Andrade é um dos poucos ídolos do Clube do Remo da primeira década do século XXI. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Alambari, dia 13 de Setembro de 1975. O guarda-redes conseguiu conquistar o respeito dos torcedores mesmo jogando em uma época onde o Remo não atravessara boa fase.
Começou a brilhar profissionalmente no São Raimundo(AM), jogou também em clubes como o Rio Negro(AM), Rio Branco(SP), Nacional(PR), Marcílio Dias(SC), Atlético Operário(SC) e ABC(RN) até chegar no Remo, no meio do campeonato brasileiro da Série B de 2006, no qual o leão fazia uma campanha muito ruim.
Em primeira impressão ele veio para completar elenco, já que, até então, o goleiro Alexandre buzzetto era inquestionável na posição. Todavia, Buzetto teve que se ausentar de uma partida e Adriano teve a primeira chance de defender a meta azulina em jogos oficiais, na partida contra o Marília, no Baenão.
O jogo terminou 3 x 1 para os azulinos e o goleiro Adriano teve uma atuação elogiada por todos. Depois desta partida, Adriano foi titular nos outros 22 jogos restantes do clube na Série B daquele ano. Fez tanto sucesso que ganhou o apelido de Adriano Paredão.
No ano seguinte, o jogador conquistou seu primeiro título com o manto azul marinho, o título de campeão paraense e foi eleito segundo melhor goleiro da competição. Cada vez era mais idolatrado pela torcida. Mesmo após rebaixamento no campeonato nacional, a estrela do goleiro continuou brilhando e várias propostas apareceram. Após longa novela, Adriano renovou contrato com o Remo para jogar a temporada 2008.
Nos primeiros meses do ano o atleta defendeu o castanhal no seletivo do parazão, emprestado pelo leão e voltou ao filho da glória e do triunfo para o certame paraense. Foi bicampeão do campeonato paraense, além de ser eleito melhor goleiro do estadual. só que no campeonato nacional houve outro rebaixamento, ficando o Remo, sem divisão definida.
Mesmo com o segundo rebaixamento, o jogador era unanimidade entre críticos, dirigentes, técnicos e torcedores. Em 2009 Adriano repetiu o feito no ano anterior, jogou o seletivo, só que desta vez pelo Pinheirense e voltou ao clube de periçá no campeonato paraense.
O Remo ficou em terceiro no certame, porém o goleiro foi destaque e chegou a ouvir o voro da torcida entoando que ele era o melhor goleiro do Brasil. Adriano foi eleito pela TV Liberal, afiliada da Tv Globo no Pará, o segundo melhor jogador do campeonato.
Como o Clube do Remo ficou sem competições oficiais para disputar após o estadual, Adriano jogou a Série C do campeonato brasileiro pelo Águia de Maraba, depois o seletivo para o Campeonato Paraense pelo Parauapebas Esporte Clube e o certame Amapaense pelo Santana.
A final do campeonato Amapaense entre Santana e São José foi disputada em um sábado a noite em Macapá, no dia posterior haveria um clássio RE x PA em Belém. Adriano disputou o jogo em Macapá, sagrou-se vice-campeão estadual e viajou logo em seguida para poder jogar o clássico paraense. O Remo ganhou o Paysandu por 3 x 1 e o nome de Adriano foi enaltecido pelos torcedores, garantindo o goleiro como titular absoluto para o parazão 2010.
Sem obter muito sucesso em 2010 pelo Clube do Remo, afinal o leão não conquistou nenhum título e foi eliminado precocemente da Série D do campeonato brasileiro, Adriano foi dispensado do Clube e acertou com o São Francisco, onde não conseguiu o acesso da segunda divisão paraense para a seletiva do parazão. Saído do São Francisco foi novamente para o Santana(AP) onde sagrou-se vice-campeão Amapaense e voltou para Belém esperando acerto com o Remo. Os diretores azulino descartaram sua contratação e o arquiero foi para a Tuna Luso(PA).
Para ver mais fotos do Adriano, clique aqui.
Luisinho das Arábias.
Luís Alberto Duarte dos Santos, conhecido como Luisinho das Arábias, foi um dos grandes atacantes que defenderam as cores do Clube do Remo. Nascido em Petrópolis, no rio de Janeiro, o jogador começou sua carreira profissional na Portuguesa carioca. Com muita habilidade e oportunismo, acabou despontando na lusa da cidade maravilhosa e chamando atenção do Flamengo, que o contratou.
Em pouco mais de 1 ano com a camisa rubro negra, o atleta disputou 33 jogos e fez 9 gols. Saindo do clube carioca foi para o Al Nasr, da Arábia Saudita e fez bastante sucesso, daí vem seu apelido Luisinho das Arábias.
Voltou ao Brasil e foi jogar o Fortaleza(CE), depois passou por Ferroviário(CE), Botafogo(RJ), Sport Recife(PE) e Paysandu(PA) antes de chegar no Clube do Remo. Quando jogava no futebol Cearense, em 1984, o atleta foi submetido a uma bateria de exames, onde os resultados revelaram que o jogador tinha problemas de insuficiência cardíaca, o que não abalou Luisinho, que continuou jogando futebol.
Pelo Remo, o jogador brilhou. Fez muitos gols, jogadas geniais e conquistou a idolatria da fanática torcida do clube. Porém, uma infelicidade ocorreu em uma partida entre Remo e Tiradentes, pelo Parazão de 1989, jogada em uma quinta-feira à noite. O atacante perdeu gols que não costumava e teria se queixado de falta de disposição física, sentindo as pernas pesadas. O comentário foi menosprezado a princípio por causa do estado do gramado do Baenão, castigado pelas fortes chuvas.
Ao sair do estádio, ele teria saído para lanchar e em seguida ido para seu apartamento. Não foi ao clube no dia seguinte. No sábado, ao notar a nova ausência de Luisinho, o técnico José Dutra resolveu mandar uma comitiva procurar o jogador. Ao chegar ao apartamento, o grupo o encontrou morto, deixando os torcedores do Remo seus fãs pelo Brasil de luto. Luisinho das Arábias foi sepultado no cemitério de Irajá-RJ.
Em pouco mais de 1 ano com a camisa rubro negra, o atleta disputou 33 jogos e fez 9 gols. Saindo do clube carioca foi para o Al Nasr, da Arábia Saudita e fez bastante sucesso, daí vem seu apelido Luisinho das Arábias.
Voltou ao Brasil e foi jogar o Fortaleza(CE), depois passou por Ferroviário(CE), Botafogo(RJ), Sport Recife(PE) e Paysandu(PA) antes de chegar no Clube do Remo. Quando jogava no futebol Cearense, em 1984, o atleta foi submetido a uma bateria de exames, onde os resultados revelaram que o jogador tinha problemas de insuficiência cardíaca, o que não abalou Luisinho, que continuou jogando futebol.
Pelo Remo, o jogador brilhou. Fez muitos gols, jogadas geniais e conquistou a idolatria da fanática torcida do clube. Porém, uma infelicidade ocorreu em uma partida entre Remo e Tiradentes, pelo Parazão de 1989, jogada em uma quinta-feira à noite. O atacante perdeu gols que não costumava e teria se queixado de falta de disposição física, sentindo as pernas pesadas. O comentário foi menosprezado a princípio por causa do estado do gramado do Baenão, castigado pelas fortes chuvas.
Ao sair do estádio, ele teria saído para lanchar e em seguida ido para seu apartamento. Não foi ao clube no dia seguinte. No sábado, ao notar a nova ausência de Luisinho, o técnico José Dutra resolveu mandar uma comitiva procurar o jogador. Ao chegar ao apartamento, o grupo o encontrou morto, deixando os torcedores do Remo seus fãs pelo Brasil de luto. Luisinho das Arábias foi sepultado no cemitério de Irajá-RJ.
Véliz.
O uruguaio Julio Élbio Véliz foi o primeiro estrangeiro a despontar coma camisa do Remo. O atleta iniciou sua carreira no Wandeders de Carmelo, clube de uma pequena cidade localizada no departamento de colônia, no Uruguai, e pouco tempo depois assinou contrato com o Nacional, um dos maiores clubes do país. O goleiro até chegou a disputar um sul americano de seleções, pelo uruguai em 1939.
Saiu do Nacional e veio para o Brasil defender o Grêmio, logo depois foi jogar no Bagé, ambos clubes do Rio Grande do Sul. O interesse azulino se deu quando o arqueiro defendia as cores do São Cristóvão, do Rio de Janeiro, porém, a negociação não se concretizou e Véliz foi para o Madureira, também do Rio de Janeiro.
O Madureira teve um confronto com o clube do Remo, em 1945, Véliz era o goleiro titular, a diretoria azulina pressionou e Véliz ficou em Belém mesmo, como mais novo contratado do clube.
A primeira competição disputada pelo uruguaio no clube paraense foi o campeonato estadual de 1945. O futebolista passou 12 anos defendendo a meta azulina, conquistando 5 títulos paraenses(1949, 1950, 1952, 1953 e 1954), três vice-campeonatos estaduais(1947, 1951 e 1956), um torneio quadrangular de Belém (1954), entre outros títulos de menor expressão. Segundo dados não oficiais, Véliz foi o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Remo em toda a história.
O goleiro se fixou na camisa 1 como um muro de concreto no solo, se tornando um profissional reverenciado por todos, idolatrado pela massa azulina. Encerrou a carreira de jogador no clube do remo em 1956.
Saiu do Nacional e veio para o Brasil defender o Grêmio, logo depois foi jogar no Bagé, ambos clubes do Rio Grande do Sul. O interesse azulino se deu quando o arqueiro defendia as cores do São Cristóvão, do Rio de Janeiro, porém, a negociação não se concretizou e Véliz foi para o Madureira, também do Rio de Janeiro.
O Madureira teve um confronto com o clube do Remo, em 1945, Véliz era o goleiro titular, a diretoria azulina pressionou e Véliz ficou em Belém mesmo, como mais novo contratado do clube.
A primeira competição disputada pelo uruguaio no clube paraense foi o campeonato estadual de 1945. O futebolista passou 12 anos defendendo a meta azulina, conquistando 5 títulos paraenses(1949, 1950, 1952, 1953 e 1954), três vice-campeonatos estaduais(1947, 1951 e 1956), um torneio quadrangular de Belém (1954), entre outros títulos de menor expressão. Segundo dados não oficiais, Véliz foi o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Remo em toda a história.
O goleiro se fixou na camisa 1 como um muro de concreto no solo, se tornando um profissional reverenciado por todos, idolatrado pela massa azulina. Encerrou a carreira de jogador no clube do remo em 1956.
François.
Nascido em Panamaribo, no Suriname, François Thijm nunca pensou que se tornaria um jogador profissional de sucesso. Iniciou sua carreira no Columbia, do Suriname e se transferiu pouco tempo depois para o V.V Foorwaast, também do seu país natal.
Em 1961 o Remo foi fazer uma excursão no Suriname, jogar alguns jogos amistosos pelo país. O então goleiro azulino Arlindo não pode viajar, e François, que era empregado da Surinam Airways foi oferecido por um gerente da companhia aérea, que tinha certa influência no filho da glória e do triunfo. Como não havia ônus algum, a diretoria do clube aceitou, afinal, se o arqueiro não fosse competente o suficiente, não voltaria com a delegação para o Brasil.
François brilhou na excursão e provou ser um goleiro do mais alto nível e ficou no Remo por mais de uma década. Além de colecionar títulos e defesas impressionantes, François fez as mais diversas funções dentro do clube.
Foi auxiliar técnico do então treinador Paulo Amaral, massagista, chefe de delegação, roupeiro, técnico, treinador de goleiros e coordenador técnico. Certa vez, no campeonato brasileiro de 1972, François exerceu as funções de presidente da delegação, treinador, massagista, roupeiro e goleiro reserva ao memso tempo, e por isso é tido como possuidor de uma personalidade muito sólida e benquisto por torcedores e dirigentes do clube.
Em 1975, o Suriname se tornou independente, e François foi convidado para receber a carteira de nacionalidade Surinamesa ou Holandesa, de acordo com sua escolha, ele disse que queria a "nacionaldidade paraense", porque preferia ser paraense, logo brasileiro, para poder ficar mais perto do clube do Remo. Mais uma prova de amor do goleiro pelo clube.
Para ver mais fotos de François, clique aqui.
Gian.

Giancarlo Dias Dantas sempre foi um garoto precoce. O atleta nasceu em Sertanejo, no Paraná, dia 25 de Agosto de 1974. Com apenas 15 anos começou a jogar futebol profissional pelo Matsubara(PR), um ano depois foi contratado pelo Vasco da Gama(RJ).
Passou quase uma década no clube cruzmaltino e nele ganhou a copa São Paulo de Juniores em 1992, 4 títulos cariocas em 1992, 1993, 1994 e 1998, o campeonato brasileiro em 1997 e a Copa Libertadores da América em 1998. Foi por várias vezes convocado para as seleções de base do Brasil, ganhando o campeonato sul americano sub-17 em 1991 e a copa do mundo sub 20 em 1993.
Saiu do Vasco e foi para o Santa Cruz(PE), depois passou por Portuguesa Santista(SP), América(RN) e Luzern, da Suiça. Voltou ao Brasil em 2002 para defender o Matonense(SP).
Em 2003 foi contratado pelo Clube do Remo. Chegou com moral elevada, um jogador de classe indiscutível. Com um toque de bola refinado e maneira fácil de conduzir a bola, Gian foi conquistando o fenômeno azul.
Logo em sua primeira temporada conquistou o campeonato paraense. Fazendo bom número de gols e como sua a camisa 10, Gian brilhava mais que os outros, tanto que foi eleito melhor meio campista do campeonato. Em uma das melhores campanhas do Remo na segunda divisão do campeonato Brasileiro, onde terminou a primeira fase na terceira posição, atrás apenas de Botafogo(RJ) e Palmeiras(SP), Gian era a alma do Remo, quem fazia a diferença em campo. Ganhou o apelido de príncipe do Baenão.
Em 2004 o atleta permaneceu no clube paraense. O Remo foi campeão estadual com 100% de aproveitamento, 14 jogos e 14 vitórias. Gian foi artilheiro do Estadual e eleito melhor jogador, não tinha mais jeito, ele era o novo ídolo da onda azul. O atleta ainda jogou no Remo em 2005, mas saiu logo no primeiro semestre, foi jogar no Santo André(SP).
Depois Gian ainda passou por Paysandu(PA), Goiás(GO), Vasco da Gama(RJ), novamente, Ceará(CE), onde ganhou o título cearense de 2006, Castanhal(PA) e Bacabal(MA), onde havia encerrado a carreira. Após ligações do ex-diretor azulino Abelardo Sampaio, Gian vltou a jogar profissionalmente, voltando ao clube do Remo em 2010 para disputar o campeonato paraense.
O leão não conseguiu o título etadual e foi eliminado precocemente da Série D do campeonato Brasileiro. Houve eleições presidenciais no fim do ano de 2010 e os novos comandantes do maior time do Norte do Brasil não renovaram o contrato do príncipe Gian, apesar do apelo da torcida para que o fizesse e o jogador foi jogar pelo Independente/Tucuruí(PA).
Para ver mais fotos de Gian, clique aqui.
Aderson.
O jogador que nasceu no dia 19 de Setembro de 1952, iniciou sua carreira no Combatentes(PA) e em 1975 chegou ao Clube do Remo. Ganhou os estaduais de 1975, 1977, 1978 e 1979, teve imenso destaque com a camisa azulina.
Cursando faculdade, trabalhando, treinando e jogando ao mesmo tempo, Aderson se desdobrava, se sacrificava para honrar seu compromisso com a nação azulina. Ele sempre dizia que ao se formar em medicina, largaria o futebol.
Foi para o Flamengo(RJ), mas ficou pouco tempo na equipe carioca, pois decidiu largar o futebol para seguir a profissão de médico. Nesse pouco tempo como jogador, pouco mais de meia década, Aderson deixou marcas de respeito e admiração na torcida azulina, por um atleta que acima de tudo, era profissional.
Para ver mais fotos de Aderson, clique aqui.
Clemer.
Um dos jogadores mais vitoriosos do futebol brasileiro. Um exímio colecionador de títulos, este é Clemer Melo da silva. Nascido em São Luís, Maranhão, no dia 20 de outubro de 1968, Clemer iniciou sua carreira no Moto Clube(MA). Ainda passou por Guaratinguetá(SP), Santo André(SP), Catuense(BA), Maranhão(MA) e Ferroviário(CE) até, enfim, chegar ao Remo em 1994.
Ficou no leão apenas dois anos, o suficiente para deixar sua marca registrada na história do clube. Foi campeão paraense nos dois anos que por aqui esteve, 1994 e 1995. No primeiro título, disputou 26 jogos e levou apenas 11 gols, média de pouco mais de 0,4 gols por jogo, incrível. Em 1995, no bicampeonato, levou apenas 3 gols em 14 jogos, média absurda de 0,2 gols por jogo. Por estatísticas como essas foi eleito melhor goleiro do campeonato nas duas temporadas.
Após obter todo este destaque pelo clube paraense, Clemer foi contratado pelo Goiás, onde gahou o campeonato goiano de 1996, depois passou pela Portuguesa(SP) até chegar em 1999 no Flamengo(RJ), onde deixou o super goleiro Júlio César no banco. Pelo clube carioca ganhou um tri campeonato carioca pelo Flamengo em 1999, 2000 e 2001, ainda levantou duas taças Guanabaras e uma taça Rio, sem contar com uma Copa Mercosul em 1999 e uma Copa dos Campeões em 2001.
Se transferiu para o Internacional, onde sua carreira decolou mais ainda. Ele se sagrou hexa campeão gaúcho(2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009), ganhou uma copa Libertadores da América(2006), levantou um título do Mundial de Clubes da FIFA(2006), uma Recopa Sul Americana(2007), ganhou a Copa de Dubai(2008) e a Copa Sul Americana(2008) e uma Copa Suruga(2009). Ainda foi vice-campeão da Copa do Brasil e da Recopa sul Americana em 2009.
Ficou no leão apenas dois anos, o suficiente para deixar sua marca registrada na história do clube. Foi campeão paraense nos dois anos que por aqui esteve, 1994 e 1995. No primeiro título, disputou 26 jogos e levou apenas 11 gols, média de pouco mais de 0,4 gols por jogo, incrível. Em 1995, no bicampeonato, levou apenas 3 gols em 14 jogos, média absurda de 0,2 gols por jogo. Por estatísticas como essas foi eleito melhor goleiro do campeonato nas duas temporadas.
Após obter todo este destaque pelo clube paraense, Clemer foi contratado pelo Goiás, onde gahou o campeonato goiano de 1996, depois passou pela Portuguesa(SP) até chegar em 1999 no Flamengo(RJ), onde deixou o super goleiro Júlio César no banco. Pelo clube carioca ganhou um tri campeonato carioca pelo Flamengo em 1999, 2000 e 2001, ainda levantou duas taças Guanabaras e uma taça Rio, sem contar com uma Copa Mercosul em 1999 e uma Copa dos Campeões em 2001.
Se transferiu para o Internacional, onde sua carreira decolou mais ainda. Ele se sagrou hexa campeão gaúcho(2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009), ganhou uma copa Libertadores da América(2006), levantou um título do Mundial de Clubes da FIFA(2006), uma Recopa Sul Americana(2007), ganhou a Copa de Dubai(2008) e a Copa Sul Americana(2008) e uma Copa Suruga(2009). Ainda foi vice-campeão da Copa do Brasil e da Recopa sul Americana em 2009.
Marcelo Silva.
José Marcelo da Silva marcou uma geração de torcedores remistas. Dono indiscutível da lateral, Marcelo ficou consagrado com a camisa azul marinho.
Nascido na cidade de Caruaru, em Pernambuco, o lateral chegou no leão em 1992, após sair do Campinense(PB), onde havia conquistado o campeonato paraibano em 1991. Ficou no Remo por 5 anos, conquistando pelo clube 4 campeonatos estaduais(1993, 1994, 1995 e 1996), além do respeito e admiração de fanáticos adeptos, comissão técnica e diretoria.
Em todos os campeonatos paraenses em que se sagrou campeão, Marcelo Silva foi eleito o melhor lateral direito da competição, mostrando assim ser incomparável dentro do futebol paraense.
Saiu do Remo para jogar no Santos(SP), e na equipe da baixada ganhou uma Copa dos Campeões e um Campeonato Brasileiro da primeira divisão, consolidando ainda mais a sua carreira. Depois ainda passou pelo Atlético(PR), Paysandu, onde ganhou o paraense de 1998 e foi eleito melhor lateral do campeonato e Porto(PE).
Rei Artur.
Artur Duarte de Oliveira desde cedo mostrava não ser um jogador comum. Iniciou sua carreira no Rio Branco, clube da capital acreana, onde Artur nasceu. Chegou ao Remo em 1992, onde teve imenso destque, ajudando o clube a subir para a série A do brasileirão. Em 1993 foi campeão paraense e oitavo colocado na Série A. Já deixava pasmo todos os torcedores com tamanha habilidade e segurança que dava a equipe, tanta idolatria que o apelidaram de REI Artur.
Ele se transferiu para o futebol português, o que parecia ser arriscado foi a melhor escolha que Artur poderia ter feito. Em Portugal se tornou um Deus, defendeu o Boavista, onde passou 4 temporadas e fez 120 jogos e depois foi contratado pelo Porto, onde fez sua estrela brilhar para o mundo inteiro. Artur fez uma enormidade de gols no campeonato mais apreciado do mundo, a Liga dos Campeões da Europa, chegando a ser eleito para a seleção do torneio na temporada 1997/1998. Junto com o atacante Mário Jardel, fez uma das duplas mais famosas em Portugal de todos os tempos. Após três temporadas inacreditavelmente bem sucedidas, o atleta voltou ao Brasil, onde foi defender o Vitória(BA), onde conquistou o bi-campeonato baiano, em 1999 e 2000, ainda levantou uma Copa do Nordeste em 1999 e neste mesmo ano foi terceiro colocado no campeonato brasileiro.
Saiu do clube baiano e assinou com o Botafogo(RJ), depois passou pelo Figueirense(SC), onde conquistou o campeonato estadual de 2002 e 2003, voltando para encerrar carreira no time que sempre o cativou, o Clube do Remo em 2004. Em seu último ano como jogador, Artur ainda ganhou mais um campeonato paraense.
Em 2007 começou a carreira de técnico e já passou por clubes como Rio Branco(AC), onde ganhou um estadual, Ananindeua(PA), Remo, onde ganhou um estadual, Castanhal(PA), onde foi campeão do seletivo do campeonato paraense, São Raimundo(PA) e Cametá Esporte Clube, onde foi campeão do Seletivo do campeonato paraense.
Para ver mais fotos de Artur, clique aqui.
Ele se transferiu para o futebol português, o que parecia ser arriscado foi a melhor escolha que Artur poderia ter feito. Em Portugal se tornou um Deus, defendeu o Boavista, onde passou 4 temporadas e fez 120 jogos e depois foi contratado pelo Porto, onde fez sua estrela brilhar para o mundo inteiro. Artur fez uma enormidade de gols no campeonato mais apreciado do mundo, a Liga dos Campeões da Europa, chegando a ser eleito para a seleção do torneio na temporada 1997/1998. Junto com o atacante Mário Jardel, fez uma das duplas mais famosas em Portugal de todos os tempos. Após três temporadas inacreditavelmente bem sucedidas, o atleta voltou ao Brasil, onde foi defender o Vitória(BA), onde conquistou o bi-campeonato baiano, em 1999 e 2000, ainda levantou uma Copa do Nordeste em 1999 e neste mesmo ano foi terceiro colocado no campeonato brasileiro.
Saiu do clube baiano e assinou com o Botafogo(RJ), depois passou pelo Figueirense(SC), onde conquistou o campeonato estadual de 2002 e 2003, voltando para encerrar carreira no time que sempre o cativou, o Clube do Remo em 2004. Em seu último ano como jogador, Artur ainda ganhou mais um campeonato paraense.
Em 2007 começou a carreira de técnico e já passou por clubes como Rio Branco(AC), onde ganhou um estadual, Ananindeua(PA), Remo, onde ganhou um estadual, Castanhal(PA), onde foi campeão do seletivo do campeonato paraense, São Raimundo(PA) e Cametá Esporte Clube, onde foi campeão do Seletivo do campeonato paraense.
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Dadinho.
Dadinho era um artilheiro nato. Nascido na capital paulista, jogou Saad(SP) antes de defender as cores do clube do remo. Em sua primeira temporada no leão azul, Eduardo Soares, o Dadinho, se tornou artilheiro do parazão, marcando 23 gols no estadual de 1983. Além desta vez, o jogador tornou-se artilheiro do parazão em 1985 e 1986 e foi artilheiro da série B de 1984.
Segundo alguns dados, Dadinho é o maior artilheiro da história do Clube do Remo, porém são estatísticas incertas, já que outras afirmam que Alcino é o detentor desta marca.
No filho da glória e do triunfo, Dadinho foi campeão paraense em 1986, além de conquistar o vice-campeonato da Série B do Brasileirão de 1984 e dos paraenses de 1983 e 1985.
Depois que saiu do Remo, Dadinho marcou muitos gols vestindo as camisas de Santa Cruz(PE), Internacional(RS), Ceará(CE), Pinheiros(PR) e Paysandu(PA).
Ageu Sabiá.
Parecia tudo, menos jogador de futebol. Esse era Ageu. Com baixa estatura, pernas finas e bem curtas, uma barriga avantajada e o jeito nada convencional de correr fez de Ageu Sabiá, apelido recebido por ter características parecidas com a do pássaro, um mito.
Ele nasceu no dia 10 de Setembro de 1967 em Monte Alegre(PA), tendo como seu primeiro time profissional o São Raimundo(PA), onde disputava o campeonato municipal de Santarém. Em 1986 foi contratado pelo São Francisco, maior rival de seu ex-clube, onde se tornou artilheiro e campeão duas vezes seguidas do campeonato municipal.
Em 1988 assinou contrato como a Tuna Luso onde conquistou seu primeiro título Estadual. Logo em seguida foi para o Paysandu, ajudando o clube a subir da terceira para a segunda divisão do brasileiro em 1990. Foi contratado pelo Remo em 1992, e logo de cara ajudou o clube a subir para a primeira divisão. Em 1993 jogou o paraense pela Tuna e sagrou-se artilheiro do estadual, no segundo semestre voltou ao Remo e fez um ótimo campeonato brasileiro da série A.
Saiu do leão e foi para o Noroeste(SP), passando em seguida pela Tuna Luso(PA) e São Carlense(PA). Voltou pro mais querido em 1996, para alegria da torcida. Ganhou dois campeonatos paraenses, em 1996 e 1997, sendo que em 1996 foi eleito melhor atacante do torneio.
Ageu, mais do que um ídolo azulino, era uma lenda do futebol paraense. Antes de encerrar a carreira, o jogador ainda fez muitos gols por Tiradentes(PA) e Ananindeua(PA).
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Edil Highlander.
Logo em sua primeira temporada como profissional conquistou o campeonato paraense, se transferindo em seguida para o El Marítimo, da Venezuela. Depois passou por Pinho, de Portugal, Ceará Sporting, Paysandu, novamente, Vitória, Bahia, Náutico e Vasco da Gama, chegando ao Remo em 1996.
Ganhou dois campeonatos paraenses seguidos em 1996 e 1997, sendo o artilheiro deste último, feito que já havia alcançado duas vezes pelo Paysandu, em 1991 e 1992. Em 1997 e 1998 foi eleito o melhor atacante do campeonato paraense.
Saiu do Remo com pompas de ídolo e foi defender o Internacional(RS), depois passou por Confiança(SE), onde ganhou o campeonato Sergipano, Águia(PA), Ypiranga(AP) e Castanhal(PA). Em seu último clube, ainda foi artilheiro do parazão e vice-campeão do torneio, em 2000.
Mesmo após parar de jogar, Edil tem seu nome lembrado constantemente não só pelos muitos gols e maneira peculiar de comemorá-los, mas por ser tio de três jogadores que passaram pelo leão. O goleiro Clemer, que também se destacou no Flamengo e Internacional, conquistando o Mundial Interclubes, a Libertadores da América, a Recopa Sul Americana, a copa Sul americana, entre outros, o atacante Bebeto, que jogou por clubes como Corinthians e Flamengo e o meia Léo Oliveira que vestiu camisas de clubes como Paysandu, Tiradentes(PA), Itumbiara e Pelotas.
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Édson Cimento.
Considerado um muro, dificilmente Édson levava gols bestas, e como o goleiro mesmo dizia, não tinha medo de disputar bola, talvez por isso tenha se lesionado gravemente tantas vezes. Em 1972, em um torneio Pará-Goiás, numa partida contra o Vila Nova(GO), Édson foi defender uma falta e teve que saltar sobre alguns adversários, caiu e fraturou uma costela. Pouco tempo depois de se recuperar, em um treinamento da Tuna Luso, Édson foi defender o potente chute de Nílson diabo, atacante cruzmaltino, e acabou com a clávicula quebrada. Ainda com a camisa da Lusa, Édson levou, em uma partida contra o Remo, um pontapé desleal de roberto Diabo Loiro, no rosto, ficando vários meses sem jogar.
Chegando ao Remo foi bi-campeão paraense em 1977 e 1978, mas o que fez Édson Cimento cair de verdade nas graças da torcida azulina foram suas atuações no campeonato brasileiro de 1977. Cimento foi eleito o melhor goleiro do Brasil naquele ano e jogando pelo Remo, fato somente igualado pelo lateral Aranha em 1972. Antes de encerrar a carreira jogou por Náutico(PE) e Nacional(AM).
Édson ainda foi por muito tempo treinador de goleiros do Clube do Remo, em uma fase que, não por conscidência, o leão teve goleiros admiráveis.
Para ver mais fotos de Édson Cimento, clique aqui.
Dico.
O tamanho do goleiro sempre foi um fator muito importante para que ele caia no agrado da torcida do seu clube. São raros os goleiros de baixa estatura que conseguem ter sucesso nos times e confiança da torcida, treinadores e dirigentes.
Mas Frederico Schniti Neto sempre foi a prova viva que tamanho não é documento. Nascido em 12 de Março de 1949 em Colatina, no Espírito Santo, Dico se tornou um dos maiores ídolos da história do Clube do Remo.
Ele inciou sua carreira no Rabelo(DF) e teve uma breve passagem pelo Uberaba(MG). O goleiro chegou ao Pará por um convite de José Maria Cunha, que o convidou para defender o Paysandu(PA), como a negociação não foi concretizada, Dico optou pelo Sport Belém(PA) e chegou ao leão em 1971, após uma temporada em solo paraense.
O arqueiro conquistou seis títulos paraenses(1973, 1974, 1975, 1977, 1978, 1979), se tornando o goleiro azulino mais vitorioso desde que o futebol estadual foi profissionalizado. No campeonato nacional de 1972, Dico esteve muito próximo de ganhar a Bola de prata, premiação dada aos melhores jogadores do campeonato brasileiro, o que só não aconteceu devido não ter participado de uns poucos jogos. D qualquer maneira, o guardião da meta azulina ficou conhecido em todo o Brasil e alguns dos maiores clubes do país se interessaram por ele.
Em 1973 o goleiro chegou a deixar o Remo, pois o Bahia desejava contratá-lo. A transação não foi concluída, pois a torcida do Remo, sabendo que seu ídolo ia ser vendido por míseros Cr$50.000,00 ficou revoltada e pressionou a diretoria, conseguindo a volta imediata do atleta. Depois desta situação, nenhuma outra vez o atleta saiu do clube, encerrando sua carreira em 1980.
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Belterra.
Jorge Wilson Whangon Coelho foi um dos mais vitoriosos atletas a vestirem a camisa do Clube do Remo. O zagueiro começou sua carreira em Sanatarém, onde jogou por Náutico, São Francisco, onde se tornou tetracampeão municipal e Fluminense, onde levantou mais uma taça municipal. cidade. Foi contratado pela tuna em 1986 e sagrou-se campeão paraense em 1988 pelo clube cruzmaltino. Passou também pelo Ceará Sporting antes de assinar contrato com o Clube do Remo em 1989.
Pelo leão de Antônio Baena, Belterra, que tem esse nome em homenagem a sua cidade natal, conquistou louváveis 8 títulos estaduais(1989, 1990, 1991, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997). Sendo escolhido melhor quarto zagueiro da competição nos últimos cinco títulos.
Ao sair do Remo, em 1998, Belterra defendeu por um ano o Paysandu, onde se sagrou campeão estadual e foi eleito melhor quarto zagueiro do parazão. Encerrou sua carreira no São Raimundo de Santarém.
Sua maneira clássica e segura de jogar deixará lembranças incríveis nos torcedores do maior do norte.
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Mesquita.
Raimundo Nonato Mesquita começou sua carreira na Tuna luso, após ser descoberto por olheiros em peladas disputadas no colégio Magalhães Barata. Saiu da Tuna para defender o Atlético de Portugal, que apesar de ser um time de pouca expressão no cenário nacional português, oferecia bons ordenamentos mensais.
Mesquita era o típico criolinho veloz que todo torcedor quer ver em seu esquadrão, com dribles desconcertantes e jogadas de garoto fulgaz, ele foi apelidado pelos torcedores de Morceguinho. Por muitas vezes o atleta vez dupla de ataque com Alcino, o maior ídolo da história do Clube do Remo, jogando também com Bira após o Negão Motora ser vendido. Ele teve importância incontestável nos títulos paraenses de 1975, 1977, 1978 e 1979, além de ter jogado a Série A do brasileirão pelo Remo 8 vezes.
Chegou ao Remo sem grandes pompas e através de conversas com o então médico do clube João Costa. Explodiu com a camisa do leão, mas sempre foi afuscado pelo brilho de Alcino. Com a saída do centroavante em 1975, Mesquita esteve livre para brilhar e escrever história com a camisa do mais querido.
Nascido em 2 de outubro de 1950, Mesquita ganhou, além de 4 pelo Remo, campeonatos paraenses por Tuna Luso e Paysandu, os maiores rivais do leão azul.
Mesquita parou de jogar e se formou em Agronomia.
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Alcino.
Alcino Neves dos Santos Filho nasceu dia 24 de Março de 1951 no Rio de Janeiro, capital. Segundo números não oficiais, foi o maior artilheiro da história do Clube do Remo. Oficialmente, divide com Mesquita a condição de artilheiro do Leão Azul em campeonatos brasileiros, com 33 gols assinalados. Mas o que o tornou inesquecível foi sua irreverência, dentro e fora dos gramados. Cativou a torcida azulina não só por ser um artilheiro por excelência, mas, principalmente, por debochar, sempre que possível, do arqui-rival Paysandu. Entrou para o folclore do futebol paraense. Displicente nos treinos, mas com um profundo senso de oportunismo e apurado faro de goleador, Alcino era carinhosamente chamado pela apaixonada torcida azulina de Negão e de Motora, em alusão a sua cor e ao seu gosto por carros.
Alto e forte, e com uma postura deveras desengonçada, Alcino tinha seus eventuais deslizes relevados pela cartolagem e pelos técnicos, por sua condição de goleador. Superando suas limitações técnicas com garra e determinação. Começou sua carreira no Madureira(RJ), depois veio defender o Remo(PA), depois passou por equipes como Portuguesa de Desportos e Grêmio.
Dezenas de histórias marcaram a carreira do maior ídolo da história do Clube do Remo. Como as seguintes:
1)Em um jogo com o Paysandu, que após driblar dois zagueiros e um goleiro, sentou na bola à dois palmos da linha do gol antes de fazer balançar as redes do time adversário com as nádegas. Terminou expulso, mas provavelmente contente pela vitória dos azulinos por dois a zero em cima do time bicolor e por ter acrescentado mais um fato pitoresco à sua lenda pessoal.
2) O jogador era um grande fã de John Travolta e certa vez amanheceu dançando na boate Papa Jimmy, famosa em Belém nos anos 70, às vésperas de um jogo. Chegou ao estádio acabado, pediu para dormir um pouco e acabou saindo "no braço" com o técnico azulino Paulo Amaral, o seu algoz com quem mantinha uma relação de amor e ódio. Apesar do "arranca-rabo", entrou em campo e marcou dois gols. Só para depois comemorar a vitória abraçado com Amaral como se nada tivesse acontecido.
3)Sempre que o Remo ia ao rio de Janeiro ele, ou ficava doente ou dava um jeito de não ir. Depois foi descoberto que era porque, na juventude, ele havia participado de um assalto na capital carioca e contra ele tinha um mandado de prisão. Morria de medo de ser reconhecido quando voltasse para o Estado.
4)Certa vez, quando jogava no Rio Negro, de Manaus, roubou o ônibus do time e saiu dirigindo pela cidade com a equipe toda dentro do veículo. Terminou atropelando um rapaz que estava atravessando a rua, por isso chamado de Negão Motora.
5) Antes de uma partida contra o Botafogo(RJ), Alcino afirmou que faria um gol de cabeça. A partida se encaminhava para o fim e nada do negão conseguir marcar o tento como o prometido. Em um campo com muita lama, a bola acabou ficando presa em uma poça, perdo da linha do gol, o centroavante, sem perder a oportunidade, mergulhou na lama e, de cabeça, marcou o gol para o Clube do remo, deixando em virtual êxtase a torcida remista.
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Amoroso.

José Amoroso Filho, nascido em 19 de Setembro de 1937 no Distrito Federal, foi um atacante de destaque na história azulina. O chamado de Pé-de-coelho, que ganhou este apelido por costumar dar sorte para as equipes que defendia.
Começou a carreira no Botafogo(RJ). Lá despontou, ganhando dois estaduais seguidos, em 1961 e 1962. Em 1964 foi jogar no Fluminense, onde conquistou mais um estadual, além de levar a artilharia do campenato. Fixou seu nome, por ter sido o jogador que ganhou três canecos cariocas em 4 anos. Nos dois anos seguintes, ainda foi artilheiro do Carioca(65), ganhou uma taça Guanabara(66) e um Torrneio Início(65).
Pelo Clube do Remo, clube no qual ele encerrou a carreira, Amoroso foi capitão e marcou o gol na partida onde o glorioso Leão Azul empatou com o fortíssimo Benfica, de Portugal, em 1 x 1, jogo realizado no Baenão. Benfica era a base da Seleção Portuguesa e contava com o mito Eusébio, que antes do jogo tirou fotos e trocou flâmulas com o jogador.
Além disto, amoroso teve importante participação no primeiro campeonato Paraense conquistado de forma invicta pelo leão em 1968. O Remo, que necessitava de um simples empate, perdia por 2 a 1 para o Paysandu, quando, no final da partida, após uma das muitas investidas do ataque azulino, Amoroso deu as costas para o goleiro Omar. Este, então, devolveu a bola para o zagueiro Abel, que para segurar o jogo e ganhar tempo, devolveu-a placidamente para o arqueiro bicolor. Nesse meio tempo, Amoroso virou-se e, de frente para Omar, deu uma arrancada fulminante, dominando a bola entre o goleiro e o zagueiro do Paysandu, despachando-a para o fundo da rede, o gol do titulo.
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Aranha.
Antônio Aranha Alves, nascido em 04 de Agosto de 1946 no Estado de São Paulo, foi um dos maiores laterais que passaram pelo Clube do Remo. Ele foi o primeiro jogador do Remo a ganhar a bola de prata, premiação da revista placar que elege os melhores do Campeonato Brasileiro, e a maior premiação do futebol brasileiro. Ganhou com louvor como o melhor Lateral direito de 1972. Ele chegou ao Remo após ter passado pelo São Bento, do interior de são paulo.
Neste mesmo ano, Aranha tinha como seu reserva, nada mais nada menos que Nelinho, lateral que defendeu a seleção brasileira em várias competições. Ao fim da temporada de 1973, Aranha foi para o Atlético (MG), já Nelinho ao Cruzeiro, o arqui rival do Galo Mineiro.
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